• Tony Veríssimo

Bolsonaro não cede as articulações do 'toma lá, dá cá' para aprovar a Reforma da Previdência


O Presidente Jair Bolsonaro se mantém "Impávido Colosso" perante as camufladas chantagens do Congresso Nacional. Eleito por uma massa esperançosa em eleger um presidente que não cedesse aos caprichos da velha política corrupta, os eleitores de Bolsonaro ainda mantêm a mesma pegada de apoio ao então Chefe do Poder Executivo frente as propinas e subornos que parlamentares almejam receber para aprovar à Reforma da Previdência.


O caso que está ganhando destaque na mídia e perante a população é a declaração do Presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM). Ele insiste que o governo “acerte a articulação”.


No último sábado, 23, às 10h, ao chegar para uma reunião com membros do PPS em Brasília, Rodrigo Maia afirmou:


"É importante que o governo acerte na articulação. E ele não pode terceirizar a articulação como ele estava fazendo".

No mesmo horário, durante reunião oficial no Chile, o Presidente Bolsonaro afirmou:


"Alguns, não são todos, não querem largar a velha política, que infelizmente nos colocou nesta situação bastante crítica em que nos encontramos".

Posteriormente às 15h, ao ser indagado por jornalistas sobre a cobrança de articulação cobrada por Rodrigo Maia, o Presidente Bolsonaro respondeu fazendo uso da retórica:


"O que é articulação? O que está faltando eu fazer? O que foi feito no passado? Eu não seguirei o mesmo destino de ex-presidentes, pode ter certeza disso", disse o presidente.

Após as devidas declarações, internautas de diversas partes do país logo passaram a traduzir a expressão “articulação”, por propinas ou nomeações para cargos dentro do governo.


Os mais diversos críticos sobre o assunto já compreendem que à Reforma da Previdência não é algo que se deseja, mas sim que se faz necessária: ou se faz a reforma agora ou amanhã corre o risco de mais ninguém receber seu benefício por falta de recursos.


Um fator interessante que está mantendo a esmagadora maioria do eleitorado ainda apoiando o presidente, é a continua manutenção da postura de Jair Bolsonaro perante os eventos, ou seja, mantendo o discurso promovido durante o período de campanha, o qual se concentra em buscar melhorias para o país e não ceder perante as velhas práticas políticas do ‘toma lá, dá cá’ para aprovar as reformas necessárias.


"Alguns, não são todos, não querem largar a velha política, que infelizmente nos colocou nesta situação bastante crítica em que nos encontramos." Afirmou o Presidente
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