• Tony Veríssimo

Bolsonaro pretende reduzir contribuição previdenciária dos mais pobres, de 8% para 7,5%


A proposta de Reforma da Previdência apresentada pelo Presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional cria novas regras para a contribuição dos trabalhadores durante a idade ativa, tanto para servidores quanto para trabalhadores da iniciativa privada.


Hoje, os contribuintes do INSS pagam algo entre 8% e 11% de todo o salário, a depender do nível de rendimento. Esse modelo seria substituído por uma tabela cujas alíquotas incidem sobre diferentes faixas da remuneração, como no imposto de renda. Na prática, as alíquotas efetivas variam de 7,5% para quem recebe até um salário mínimo a 11,68% para quem ganha a partir de R$ 3 mil.


Por exemplo: uma pessoa que tem salário de R$ 1.250,00 pagaria 7,5% sobre o valor do salário mínimo (R$ 998,00) e 9% em relação aos outros R$ 252,00 - com uma alíquota efetiva de 7,8%.


Como a alíquota mínima é reduzida de 8% para 7,5%, o governo calcula que aproximadamente 20 milhões de contribuintes do INSS terão redução nessa taxa de contribuição.



O Presidente afirmou em cadeia nacional de televisão que aqueles que recebem menos contribuirão menos e as pessoas que recebem mais contribuirão mais.



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