• Tony Veríssimo

Números mostram como a 'doutrinação ideológica' arrasou a Educação do Brasil!



O fracasso do modelo educacional do Brasil é um fato e os números são assustadores. Atualmente 95% dos alunos saem do ensino médio sem conhecimentos básicos em matemática; 78,5% finalizam o ensino médio sem conhecimentos adequados em língua portuguesa e 38% daqueles que chegam as universidades são analfabetos funcionais.


São cerca 9 milhões de acadêmicos que até conseguem ler, mas não conseguem interpretar o sentido da frase, tanto que 4 em cada 10 universitários são barrados em seleções para estágio por causa de erros de ortografia – os estudantes de Pedagogia lideram entre os piores índices.


A preocupação dos pais faz sentido, visto que 55% dos professores afirmaram possuir pouco contato com a leitura e 1/3 não leem livros.


No ano de 2000, apenas 16,5% dos brasileiros possuíam diploma de ensino superior. Contudo, dados mais recentes coletados em 2011 pela OECD, mostram uma piora no índice, caindo para 12,74%. Entre os 36 países analisados o Brasil ficou em último lugar. Dados de 2018, apontam que no Brasil, a proporção de jovens que não concluintes de ensino médio é de 36%, sendo 41% para os homens e 32% para as mulheres.



Estamos em queda livre no ranking do PISA desde o ano de 2000, o problema é que estamos caminhando no sentido contrário de uma evolução. Apesar da nota do Brasil ter crescido nos últimos anos, nossa posição nunca subiu em nenhuma das 3 matérias avaliadas desde o primeiro exame: matemática, leitura e ciência.


Além desse fracasso no aprendizado as escolas se transformaram paulatinamente ao longo dos anos em centros de doutrinação política-ideológica. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Sensus, 78% dos professores brasileiros acreditam que a principal missão das escolas é “formar cidadãos”, por outro lado, apenas 8% apontou a opção de “ensinar as matérias”.



A mudança metodológica que substitui a “transmissão de conhecimento” pela a “formação de cidadãos” é fator agravante que expõe os números, visto que o que temos no Brasil não é um seguimento educacional de países desenvolvidos, mas sim uma degradação doutrinária de países miseráveis que aplicaram o marxismo como metodologia de ensino.


A doutrinação atua como uma praga numa lavoura, corrompendo a formação intelectual de incontáveis estudantes e interferindo negativamente no ambiente de trabalho dos docentes.



Hoje é comprovado que não é mais o fator financeiro ou estrutural que corrobora para o desastre da educação nacional, mas sim, a inversão de valores que muitos educadores aplicam em sala de aula, abandonando a posição de catedrático fornecedor de conhecimento, para a de militante político engajado a doutrinar alunos a sua visão ideológica e utópica de mundo.


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