• Tony Veríssimo

Revolução Brasileira: O sucesso do encontro de Jair Bolsonaro e Olavo de Carvalho

A chega do Presidente Jair Bolsonaro aos EUA para um encontro na terça-feira, 19, com o Presidente Donald Trump teve um episódio introdutório realizado através de um jantar realizado pela embaixada brasileira e que marcou o 1º encontro do Presidente com o filósofo e escritor Olavo de Carvalho, pai da nova direita do Brasil.


Não demorou muito para a imprensa nacional tentar negativar o encontro, principalmente porque entre as bases editoriais de tais jornais estão diversos colunistas de esquerda, sejam comunistas, progressistas ou autodenominados isentões. Uma verdadeira extrema-imprensa.


Na verdade, o encontro entre o Presidente Jair Bolsonaro e o filósofo Olavo de Carvalho foi um marco positivo, talvez por isso tenha irritado tantos colunistas, como, por exemplo, Noblat, da Revista Veja.



No jantar, o escritor Olavo de Carvalho sentou à direta do Presidente, estando também presentes na ocasião o ex-estrategista do Presidente Donald Trump, Steve Bannon; o acadêmico Walter Rusell Mead; a colunista do Wall Street Journal Mary Anastasia O’Grady e o editor da revista literária The New Criterion, Roger Kimball.


Pouco antes do jantar ser servido, o general Heleno tomou a iniciativa de buscar uma aproximação com Olavo de Carvalho, e puxou assunto: "Certamente, nos daremos bem pessoalmente". E para riso de todos os presentes Olavo respondeu: "Não sou o monstro que dizem que sou”.


Quando todos se reuniram o ministro da Economia Paulo Guedes puxou os elogios a Olavo de Carvalho: "Você é o líder da revolução". Atribuindo ao filósofo um papel importante da divulgação dos ideais liberais para os brasileiros.


Em seguida foi a vez do ministro da Justiça e Segurança Sérgio Moro dialogar com o Olavo. Na ocasião o ministro disse que era uma honra conhecer alguém que inspirou tanta gente, incluindo "o chefe", referindo-se ao presidente Bolsonaro. Ele ainda afirmou que havia gostado muito do livro "O Jardim das Aflições".



Quando o jantar foi servido, o presidente Bolsonaro fez um discurso de cerca de três minutos; tratou Olavo de Carvalho como um de seus "grandes inspiradores" e afirmou: "Em grande parte, devemos a ele a revolução que estamos vivendo".


Jair Bolsonaro afirmou que a democracia e a liberdade são valores que unem o país ao Brasil e que o "antigo comunismo" não pode mais imperar. "O nosso Brasil caminhava para o socialismo, para o comunismo".



Na ocasião Olavo de Carvalho afirmou que a eleição de Bolsonaro, a eleição de Trump, a questão do Brexit no Reino Unido, bem como os protestos promovidos pelos “coletes amarelos” na França são ações diretas do povo, definido os atos como "uma revolução popular contra as elites", mas que, para "a surpresa dos progressistas, o povo é extremamente conservador e rejeita as ideias e os valores progressistas das elites".


Em sua fala, o escritor ainda atacou a imprensa, dizendo que jornais influenciam apenas a elite, "que continua numa bolha e não entende a revolução popular que ocorre diante dos olhos dela".


Todos os ministros falaram no jantar, mas a noite se encerrou com uma discussão sobre as relações com China, levantada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Steve Bannon e o assessor internacional da Presidência, Filipe Martins, defenderam que uma política que priorize a China se voltará contra o Brasil.


O Presidente Jair Bolsonaro registrou a ocasião e publicou em sua conta no twitter:




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