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Segurança Nacional: PF investigará colunista da Folha que desejou a morte do Presidente da República


O ministro da Justiça, André Mendonça, afirmou nesta última terça, 7, que requisitou com base no artigo 26 e 31, IV da Lei de Segurança Nacional a abertura de um inquérito pela Polícia Federal, com base na Lei de Segurança Nacional, para investigar o colunista da Folha de São Paulo Hélio Schwartsman, que publicou um matéria denominada "Por que torço para que Bolsonaro morra".


Por sua vez, para o Ministro das Comunicações, Fábio Faria, o artigo de Hélio Schwartsman é um “ataque claro à instituição da Presidência da República”, e que tão ato merece repúdio de jornalistas e demais órgãos.


“O artigo é um ataque claro à instituição da Presidência da República e merece todo o repúdio dos jornalistas e de todos os Poderes que possamos caminhar para um armistício patriótico. A pacificação nacional deve vir de todos os lados”. Afirmou o ministro

A coluna de Hélio Schwartsman passa longe de ser um trabalho jornalístico, demonstrando ser uma opinião repulsiva que incita um novo atentado a vida do Presidente da República. Tal ato antipatriótico ensejaria desvinculação imediata de qualquer órgão de imprensa sério que busque transmitir além do jornalismo sério e imparcial o respeito pelo Estado Democrático de Direito, no entanto, a Folha de São Paulo que tal coluna não deve ser compreendido sobre uma ótica difamatória, ao ponto de apenas afirmar que: “o colunista emitiu uma opinião; pode-se criticá-la, mas não investigá-la”.


A uma longa 'briga' entre o jornal paulistano, entre outros, com o presidente da República, no entanto, é necessário para qualquer órgão de imprensa adotar a dosimetria no que vem ser a 'liberdade de expressão' e o ensejo de um atentado contra a vida do Chefe de Estado.


Art. 26 - Caluniar ou difamar o Presidente da República, o do Senado Federal, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal, imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação.
Pena: reclusão, de 1 a 4 anos.
Parágrafo único - Na mesma pena incorre quem, conhecendo o caráter ilícito da imputação, a propala ou divulga.
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